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Artigo
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A Latinha De Leite
"Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela - um deles de cinco anos e o outro de dez -, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos: ' vai trabalhar e não amole', ouvia-se detrás da porta; 'aqui não há nada moleque...', dizia outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças...
Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: 'Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!' E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos sentaram-se na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos: 'você é mais velho, tome primeiro... e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua'.
Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino...!
Levava a lata à boca e, fazendo gesto de beber, apertava fortemente os lábios para que por eles não penetrasse uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão: 'Agora é sua vez. Só um pouco.'
E o irmãozinho, dando um grande gole exclamava: 'como está gostoso!'
'Agora eu', dizia o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebia nada. 'Agora você', 'Agora eu', 'Agora você', 'Agora eu'... E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgotava o leite todo... ele sozinho.
Esse 'agora você', 'agora eu' encheram-me os olhos de lágrimas...
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria... Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem estava habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.
Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, 'quem dá é mais feliz do que quem recebe.' É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos."
Você já encontrou meninos como estes acima? Como você reagiu? Na próxima vez que encontrar uma criança carente pergunte-lhe o seu nome e ofereça algo mais do que uma lata de leite - ofereça um pouco da sua atenção!
Como você poderia hoje encontrar um pouco desta "felicidade" fazendo a vida de alguém melhor, mais "gostosa de ser vivida"? Vamos lá, levante-se e faça o que for necessário!"
O irmão deixando o leite para o mais novo fala muito alto. Talvez nunca leu a Bíblia, mas praticava um gesto de amor genuíno. A Bíblia diz: "melhor coisa é dar do que receber".
Que Deus nos ensine a viver melhor como cristãos.
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A Prata Refinada
Havia um grupo de mulheres num estudo bíblico do livro de Malaquias. Quando elas estavam estudando o capítulo 3, elas se depararam com o versículo 3 que diz: "Ele assentar-se-á como fundidor e purificador de prata"...
Este verso intrigou as mulheres e elas se perguntaram o que esta afirmação significava quanto ao caráter e natureza de Deus. Uma das mulheres se ofereceu para tentar descobrir como se realizava o processo de refinamento da prata e voltar para contar ao grupo na próxima reunião do estudo bíblico.
Naquela semana esta mulher ligou para um ourives e marcou um horário com ele para assisti-lo em seu trabalho. Ela não mencionou a razão de seu interesse na prata, nada além do que sua curiosidade sobre o processo de refinamento da prata. Enquanto ela o observava, ele mantinha um pedaço de prata sobre o fogo e deixava-o aquecer.
Ele explicou que no refinamento da prata devia-se manter prata no meio do fogo onde as chamas eram mais quentes de forma a queimar todas as impurezas. A mulher pensou em Deus mantendo-nos num lugar tão quente, depois ela pensou sobre o verso novamente, que "ele se assenta como um fundidor e purificador da prata".
Ela perguntou ao ourives se era verdade que ele tinha que se sentar em frente ao fogo o tempo todo que a prata estivesse sendo refinada. O homem respondeu que sim. Ele não apenas tinha que sentar-se lá segurando a prata, mas também tinha que manter seus olhos na prata o tempo inteiro que ela estivesse no fogo. Se a prata fosse deixada, apenas por um momento, em demasia nas chamas, ela seria destruída.
A mulher silenciou por um instante. Depois ela perguntou:
- "Como você sabe quando a prata está completamente refinada?".
Ele sorriu e respondeu:
- "Oh, é fácil. Quando eu vejo a minha imagem nela".
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Liberto da Gaiola
George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no balcão, e começou a falar:
- Estava andando pela rua ontem, e vi um menino levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro com frio e com medo.
- Eu perguntei: menino o que você vai fazer com esses passarinhos ?
Ele respondeu:
- Vou levá-los para casa tirar as penas e queimá-los, vou me divertir com eles.
- Quanto você quer por esses passarinhos menino ?
O menino respondeu :
- O senhor não vai querê-los, eles não servem para nada, são feios !
O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em uma árvore!
Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as pessoas aqui na terra.
Ele respondeu:
- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas, ensino a jovens usar drogas , a beber e fazer tudo o que não se deve!
- Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou: - E depois o que você vai fazer com eles?
- Vou matá-los e acabar com eles!
Jesus perguntou: - Quanto você quer por eles?
Satanás respondeu: - Você não vai querer essas pessoas, elas são traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no Teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em consideração o que você fizer!
- Quanto você quer por elas Satanás!?
- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue !
- Trato feito !
E Jesus pagou o preço da nossa liberdade!
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Doutor Prontidão
Havia um médico em uma pequena cidade que era querido e aclamado por todos que ali moravam. Sempre de prontidão para qualquer emergência a qualquer hora do dia. Cuidou dos feridos, dos doentes e salvou várias vidas a beira da morte. As vezes devido a condição do paciente, não cobrava consulta. E ele gostava daquela condição que havia adquirido diante dos homens.
Num dia ensolarado o Dr. Prontidão, resolveu sair com sua família num passeio que há muitos anos não fazia devido a tanto trabalho. Ao entardecer caiu uma chuva muito forte e ele e sua família ficou preso na estrada, pois as árvores que caíram impedia sua passagem. E seu celular acabou caindo no lamaçal que se criou ali. Ao passar a tempestate, conseguiu retornar para pacata cidade. E para sua surpresa, foi recebido com indiferença pelos moradores. Pois a filha do prefeito teve febre e ele não estava lá para cessar a febre dela.
Ele foi humilhado diante daquela gente e expulso da cidade. Então sem entender porque tamanha indiferença resolveu buscar a Deus, o verdadeiro amigo. O Senhor que olha com olhar de misericórdia. Aquele médico dedicado foi honrado por Deus. Passou a chefiar uma equipe grande. Então ele entendeu que para os homens, se vale o enquanto você pode dar e Deus nos ama pelo que somos de verdade.
Deus não te ama pelos méritos que você possui e sim pela sinceridade do seu coração.
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A Inocência
Uma menininha, diariamente, vai e volta andando para a sua escola.
Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diario para a escola.
Com o passar da tarde, os ventos aumentaram, junto com raios e trovões.
A mãe da garotinha pensou que ela teria muito medo no caminho de volta, e ela mesma estava assustada com os raios e trovões que poderiam amedrontar sua filhinha.
Preocupada, a mãe rapidamente entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção a escola.
Assim, logo logo ela avistou a menininha andando, mas, a cada relampago, a criança parava, olhava para cima e sorria.
Outro e outro trovão e, após cada um, ela parava, olhando para cima e sorrindo!
Finalmente, a mamãe chamou a menina e perguntou: "O que você esta fazendo?"
A garotinha respondeu:
- "Sorrindo! Deus não para de me fotografar!"
Pena que a maioria das pessoas saem feias nas fotos que Deus tira, pelo fato da murmuração.
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"Estou Pronto Agora"
O capitão de um navio que ia zarpar dirigia-se apressado para o porto.
Estava muito frio. Diante da vitrine de um restaurante, ele viu um menino quase maltrapilho, de bracinhos cruzados e meio tremulo.
- Que esta fazendo ai, meu pequeno? - disse-lhe o capitão.
- Estou só olhando quanta coisa gostosa ha ai para se comer...
- Tenho bem pouco tempo antes da partida do navio, Se você estivesse arrumadinho, eu o levaria a esse restaurante para que comesse algumas dessas coisas boas e saborosas; mas, infelizmente não esta...
O garoto, faminto e com os olhos rasos de água, passou a mãozinha magra sobre os cabelos em desalinho e falou:
- Estou pronto, agora!!!
Comovido, o capitão o levou como estava ao restaurante, fazendo servir-lhe uma boa refeição.
E enquanto o garoto comia, perguntou-lhe:
- Diga-me uma coisa: onde esta sua mãe, meu pequeno?
- Ela foi para o céu quando eu tinha apenas quatro anos de idade. Disse o menino sem entender ainda a vida.
- E você ficou só com seu pai? E onde esta ele agora? Onde trabalha?
- Nunca mais vi meu pai, desde que mamãe partiu...
- Mas então, quem toma conta de você?
Com um jeitinho resignado, o menino respondeu:
- Quando minha mãe estava doente, ela disse que Deus tomaria conta de mim. Ela ainda me ensinou a pedir isto todos os dias a Ele.
O capitão, cheio de compaixão, acrescentou:
- Se você estivesse limpo e arrumadinho eu o levaria para o navio e cuidaria de você com muita alegria.
Novamente, o menino, alisando os cabelinhos sujos e malcuidados, voltou a repetir a mesma expressão:
- Capitão, estou pronto agora.
Vendo-o assim quase suplicante, aquele capitão o levou para o navio, onde o apresentou aos marinheiros e imediatos, dizendo:
- Ele será o meu ajudante e será sempre chamado de Pronto, agora.
Ali o garoto recebeu tudo o que carecia e as coisas transcorriam, aparentemente, bem, até que um dia ele amanheceu febril. Foi medicado mas a febre não cedia.
Vendo-o piorar, o capitão aflito disse ao medico:
- Procure salva-lo, doutor. Não posso perdê-lo.
O médico fez tudo o que pode, mas em vão. Na tarde seguinte, o menino, chamando o capitão, lhe falou:
- Eu o amo tanto... Você foi bom para mim. Gostei de estar aqui, mas ainda sera melhor no céu. Eu estou pronto, agora, para me encontrar com o Pai que também o ama.
Não deseja aceitá-lo? Assim nos veremos no céu...
- Sim, filho, tenho pensado nisto, e continuarei pensando disse-lhe.
- Mas quando? Quando estará pronto a entregar a vida e o seu coração ao Pai?
Com lagrimas nos olhos, o capitão, tomando as mãos do menino, disse:
- Estou pronto, agora! - E ali aceitou a Jesus.
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A Força Do Perdão
Um certo beduíno estava dentro da sua tenda ao sol da Palestina quando entrou correndo um garoto adolescente, que se refugiou atrás dele, chorando e tremendo muito.
Logo em seguida chegou uma turba alvoroçada, empunhando facas e muitas armas. Abriram a portinha da tenda e disseram ao beduíno: "Dá-nos este menino porque ele é um assassino".
O beduíno respondeu: "Mas há uma lei entre nós que diz que quando um assassino se refugia numa tenda e o dono da tenda lhe der abrigo e guarida, ele está absolvido.
Eu me compadeci deste garoto, quero perdoar-lhe". E o garoto tremia... Mas eles disseram: "Você quer perdoá-lo porque não sabe o que ele fez e nem a quem matou".
O beduíno falou: "Não importa, eu quero perdoá-lo". Os homens então afirmaram: "Ele matou seu filho. Vá ver o corpo dele sangrando na areia ali fora".
O beduíno caiu num profundo silêncio, depois, enxugando as lágrimas, disse: "Então eu vou criá-lo como se fosse o meu filho a quem ele matou".
Este é o padrão do perdão divino.
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A Bíblia e o Celular
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Mais uma coisa:
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela "pega" em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: Não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto"! (Is 55:6)
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A Tijolada de Deus
Um jovem e bem sucedido executivo dirigia por sua vizinhança, correndo um pouco demais na sua nova Ferrari.
De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral da Ferrari!
Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Por que você fez isto?
- Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!
Implorou o pequeno menino.
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.
- É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo “um nó imenso” dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
- Obrigado e que Deus possa abençoá-lo - a grata criança disse a ele.
O homem então viu o menino se distanciar... empurrando o irmão em direção à casa.
Foi um longo caminho de volta para a Ferrari... um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada.
Deixou amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção...
Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações.
Algumas vezes, quando nós não temos tempo de ouvir, Ele tem de jogar um tijolo em nós.
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A Existência de Deus
Seu Damico era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.
Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas. Minutos depois, percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e, se aquela mãe o tomasse, teria morte instantânea.
Desesperado, tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Gritou em desespero e o tempo passava e nada acontecia. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino.
O tempo passava e ele, de joelhos ficava pensando que a mulher poderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso. Refletiu sobre sua intemperança, sobre seu mau humor principalmente sobre sua insensatez. De repente, sentiu uma mão tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar deparou-se com a criança em prantos. Naquele momento ficou desconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de fato, não existia. Já podia imaginar o que estava para lhe acontecer. O choro e o olhar triste daquela criança lhe atravessava a alma. No entanto, como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquela criança começou a dizer: - "Senhor, por favor, não brigue comigo, mas é que caí e quebrei o vidro do remédio, dá pro senhor me dar outro?"
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A Vendedora de Maçãs
No corre-corre do dia-a-dia algumas pessoas que se dirigiam a um terminal rodoviário, esbarraram numa menina que vendia maçãs próximo a entrada do Terminal, ao lado de um belo canteiro de Jardim.
Derrubaram sua cesta de maçãs, esparramando-as pelo chão, mas não se importaram... estavam todos com muita pressa...
Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora. Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega.
Gentilmente ajudou-a a levantar a cesta e a ajuntar as maçãs. Ao ficar verificou que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva:
- Minha mãe vai ficar muito triste.
- Não se preocupe, minha querida, disse-lhe o homem, eu pago as maças que se estragaram.
Pagou e despediu-se dela, mas quando estava partindo, ela o chamou e perguntou:
- Moço, é você que é Jesus?
O Homem parou, voltou-se para trás e respondeu:
- Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.João 13.35
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O Último Folheto
Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito.
O menino se agasalhou e disse:
-'Ok, papai, estou pronto.'
E seu pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.'
Seu pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.'
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
Seu pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio.'
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir? Por favor!'
Seu pai hesitou por um momento e depois disse:
-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.'
-'Obrigado, pai!'
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar. De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.'
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora.'
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.'
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta. Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO.'
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.'
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício, o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...
Exceto um. Este PAI também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso. Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, todo o Céu gritou louvores e honra ao Rei, o PAI assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e potestade e lhe deu um nome que é acima de todo Nome.
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O Discípulo e o Crente
Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe por quê?
O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
O crente se ganha; o discípulo se faz.
O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.
O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
Para o crente, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
Os crentes foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, transformam e transformarão o mundo.
Os crentes esperam milagres; os discípulos são os instrumentos para Deus derramar os milagres.
O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
O crente cuida das estacas da sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
O crente se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
A meta do crente é ir para o Céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o Céu.
O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
O crente espera um avivamento; o discípulo é parte dele.
O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.
O crente é sócio; o discípulo é servo.
O crente cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
O crente responde talvez...; o discípulo responde eis me aqui.
O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos.
O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
O crente é pastoreado como ovelha; o discípulo apascenta os cordeiros.
O crente se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo, os demônios.
O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a sua presença através do Espírito Santo.
Ao crente é pregado somente a salvação pelo Sangue de Jesus; o discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a Glória de Deus.
O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou. O crente espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor, é testemunha dEle.
O crente não se relaciona com membros de outras igrejas, o discípulo ama a todos pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor."
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O Menino e o Lápis
O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura perguntou:
"A senhora está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E, por acaso, é uma história sobre mim?"
A avó parou a carta, sorriu e comentou com o neto:
"Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele quando crescesse."
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial:
"Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida", retrucou.
"Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa que fará a diferença", respondeu a senhora. E enumerou:
Primeira Qualidade:
Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. Esta mão é a de Deus. E Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda Qualidade:
De vez enquando, eu preciso parar o que estou escrevendo e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas, no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar as dores, por que elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira Qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.
Quarta Qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou a forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.
Quinta Qualidade:
Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços. Procure ser consciente de cada ação.
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